Os Mistérios que Confúcio Não Resolveu

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Descrição

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Esta é a tradução, feita por Carlos Gama Michel, do original publicado em Inglês pela “Concordia Publishing House”. Dentre os muitos livros que já foram escritos na tentativa de decifrar ideograficamente a intenção original da venerável escrita chinesa, este é o único cujo fundamento interpretativo se baseia na história sacra dos primórdios. A Autora relata ter pesquisado a história da escrita da língua chinesa em muitos livros e tratados em inglês, na Biblioteca Yenching para as Línguas Chinesa e Japonesa da Universidade Harvard, e chegou a 2500 a.C. como o tempo histórico aproximado da sua origem. Esta data é muito provocativa, pois quase coincide com o tempo (2218 a.C.) da grande dispersão das raças da Torre de Babel, como calculado a partir das genealogias bíblicas em estudos cronológicos recentes. A Autora indica que a religião original dos chineses, no tempo em que a língua escrita foi formulada, era de natureza monoteísta. Eles não tinham nem ídolos, nem mitologia, mas adoravam um único Supremo Governante do Céu. Os cultos politeístas do taoísmo e do budismo só apareceram 2000 anos mais tarde. A familiaridade com o estudo e a multiplicidade de palavras-chave chinesas relacionadas com a história relatada nos primeiros capítulos do livro de Gênesis fortalece a interpretação de que as referências ideográficas dizem respeito aos mesmos eventos históricos nele registrados. O natural ceticismo humano sucumbe diante do cálculo das probabilidades matemáticas quando tem diante de si o grande número de caracteres que descrevem com tanta exatidão as antigas sagas. Poderiam ideogramas tão cheios de significado “simplesmente acontecer” – simplesmente evoluir – sem nenhuma síntese inteligente?

· Qual é o significado do Sacrifício da Fronteira, observado anualmente pelos imperadores chineses por mais de 4.000 anos?

· Quem era ShangTi, o objeto de adoração nesta cerimônia?

· Será que os antigos ideogramas chineses têm um significado profundo, até agora pouco compreendido?

A meticulosa análise da mais antiga forma de escrever dos chineses (Idade dos “Vasos de Bronze” e dos “Oráculos de Osso”) revela os pensamentos originais do venerável inventor dos ideogramas. As histórias desenhadas nos símbolos ideográficos primitivos são cuidadosamente comparadas com outro documento histórico antigo – as Sagradas Escrituras dos hebreus.

OS AUTORES: A Dra. Ethel R. Nelson, médica patologista, já participou de vários projetos de pesquisa médica, mas considera este seu projeto como a investigação mais fascinante de sua vida. Residiu na Tailândia por muitos anos e foi co-autora, juntamente com C. H. Kang, de The Discovery of Genesis [A Descoberta do Gênesis nos Ideogramas Chineses – já traduzido e publicado pela SCB], o primeiro de uma série neste campo de pesquisa. Este novo lançamento, conta com a enriquecedora participação de Richard Broadberry que, além de trabalhar em Taipé como especialista em patologia clínico-laboratorial, possui o perfeito domínio da língua chinesa.

 Coleção Idiomas: O tema da  Coleção Idiomas abrange de forma especial os aspectos de ordem linguística relacionados com a controvérsia entre Criação e Evolução.

Informação adicional

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Peso 240 g
Dimensões 21 × 15 × 0.8 cm
Autor

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